segunda-feira, 20 de abril de 2015

A Minha Dúvida da Semana.

Que livro levar para um voo de dez horas?

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Swing Life Away


We live on front porches and swing life away,
We get by just fine here on minimum wage
If love is a labor I'll slave to the end,
I won't cross these streets until you hold my hand.



[E eu preciso de uma terapia para me curar do meu pior medo: 
O de ver o mesmo filme de terror duas vezes.]

Andar de Bicicleta...

Não sei se era por não pegar numa há anos ou se devido ao vinho do Porto... Não estava fácil alinhar a direção!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

domingo, 5 de abril de 2015

Páscoa.

Lara <3 E hoje ganhei uma afilhada!

terça-feira, 3 de março de 2015

Mudanças.

Eu nunca tive coragem de dizer a alguém que estava apaixonada. Talvez porque foram poucas as vezes em que o estive verdadeiramente. E ainda assim, nessas poucas vezes, eu não o disse. Primeiro porque acredito que os verdadeiros sentimentos são difíceis de descrever. Por mais que tente exprimir o que sinto, todas as palavras parecem insuficientes e não conseguem transmitir a plenitude do sentimento. Mas esta é e tem sido também a grande desculpa que dou a mim mesma para camuflar o derradeiro motivo de o não dizer: o meu medo da rejeição, o pavor de me sentir vulnerável perante outra pessoa, de sentir que há determinadas coisas que não podem nem vão depender exclusivamente de mim.

E não há pior momento, instante, segundo, do que aquele que antecede a resposta daquela pessoa que realmente se começa a apoderar do nosso coração.

E quando essa resposta chega, e vemos que o sentimento que cresce é mútuo e que os medos também o são, não há nada melhor. Não há nada que possa interferir com a nossa felicidade!

Agora vejo que não sou a única com problemas de expressão sentimental, e que ambos precisamos dar passos pequenos, ainda que seguros, para não cairmos. Se assim for, talvez consigamos caminhar juntos, lado a lado. Sem termos de estar a olhar para trás com medo do que já aconteceu outras vezes e que pode voltar a acontecer.

Quero acreditar que se o rumo das nossas vidas, de alguma forma, sempre se cruzou, então é porque há uma razão para isso.